Elfen Lied – Animes Download

junho 22, 2009


Título: Elfen Lied
Número de episódios: 13/13 [Finalizado]
Ano de lançamento: 2004
Produtora: GENCO
Reencoder: Naruto-kun
Áudio/Legenda: Japonês/Português
Fansubs: PRG-Fansub
Advertências: Contém cenas de mutilação e nudez! Não recomendado para menores de 16 anos.

Sinopse:

Elfen Lied (エルフェンリート, Erufen Rīto?) é um mangá criado por Lynn Okamoto, e posteriormente adaptado para anime, que conta a história de uma possível evolução da humanidade. Juntando cenas de erotismo, nudez, terror, violência, ação e sangue, rapidamente alcançou uma legião de fãs. Com uma história triste, Elfen Lied tenta mostrar o lado cruel do ser humano com tudo aquilo que é diferente, novo. Foi publicado na revista semanal Young Jump (a mesma de Gantz) pela Shueisha.

Conta a história de humanos evoluídos, que só nasceram para matar pessoas, os Diclonius. Eles têm chifres e poderes especiais, e nenhum amor pelas pessoas. Nascem de pais normais, e os matam quando ainda são crianças. Quando um deles é identificado, são presos e mantidos em segredo, enquanto são feitos testes com eles.

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Dragon Ball Z: Sparking – Jogos PS2 ISO

junho 22, 2009

Plataforma: PlayStation 2
Idioma: Japones
Região: NTSC
Midia: DVD
Formato: DVD FULL
Gênero: Ação,Luta!
Produtora: BANDAI
Avaliação: 7.8
Lançamento: 2007
Tamanho:2,57 GB
Hospedado
: Rapidshare/Megaupload

Review:

Desenvolvido pela Spike japonesa, responsável pelos jogos da série “Way of the Samurai”, o novo game da série “Dragon Ball” promete mais liberdade para as lutas. O nome faz alusão ao campeonato de lutas que ocorre anualmente dentro do desenho.

Fonte: gameLib


Fire Emblem: Radiant Dawn – Jogos Nintendo Wii ISO

junho 22, 2009


Plataforma: Nintendo Wii
Idioma: ENG
Região: NTSC
Formato: ISO
Gênero: Fantasy Turn-Based
Avaliação: 8.6
Produtora: Nintendo
Lançamento: Nov 5, 2007
Hospedado: Megaupload

Fire Emblem é uma série que acompanha a Nintendo desde o primeiro console da companhia a receber jogos em cartuchos externos, o NES. Portanto, a franquia representa uma boa parte da evolução dos jogos de estratégia baseada em turnos, gênero que adotou desde seus primeiros títulos.

O jogo conta com um sistema de inteligência artificial em que os personagens não ficam simplesmente assistindo ao ataque inimigo imóveis, ao contrário, eles podem tanto fugir dos golpes quanto revidá-los.

Além disso, a CPU sempre tentará atingir seus os personagens mais fracos primeiro, portanto, a estratégia de posicionar os mais fortes sempre mais a frente é importante e poderá servir para economizar vários turnos nas batalhas.

Micaiah, um mago ainda jovem é o líder da Dawn Brigade, seu grupo de batalha durante o jogo. A aventura inicia com a ajuda do lanceiro Leonardo, dos guerreiros Sothe e Nolan e do espadachim em treinamento Edward, mas com o tempo o batalhão cresce.

O enredo de Radiant Dawn se passa três anos após os acontecimentos finais de Fire Emblem: Path of Radiance — seu antecessor na série —, e agora o jogador deve adentrar uma batalha em escalas ainda maiores, quando a Rainha Elincia, de Crimea, se vê numa conspiração formada por nobres que desejam tirá-la do poder.


Monster Hunter Freedom Unite – Jogos PSP ISO CSO

junho 21, 2009

Plataforma: PSP
Idioma: Inglês
Formato: ISO CSO
Tamanho: 764.13 MB
Gênero: Action Role-Playing
Produtora: Capcom
Avaliação: 9.3
Lançamento: Jun 22, 2009
Hospedado: Megaupload

Desde que deu as caras pela primeiras vez, no saudoso PS2, Monster Hunter se tornou uma verdadeira febre, sobretudo em terras nipônicas. Caso você não saiba exatamente do que se trata, o jogo é uma espécie de “Pokémon alternativo”; você caça os monstros e, definitivamente, não os colocas em minúsculas bolas plásticas.
MHF 2 com esteróides… Bem, e o que dizer sobre o novo Monster Hunter Freedom Unite, o próximo desembarque da série para PSP? Sem meias palavras: se você já jogou Monster Hunter Freedom 2, vai se sentir totalmente em casa. Salvo por uma ou outra adição, trata-se do mesmo jogo viciante. Afinal, MHF Unite nada mais é do que uma expansão.

Uma das boas novas, entretanto, é a possibilidade de se aproveitar o personagem criado em MHF 2. Juntamente com ele, também virão todos os acessórios e demais acessório, com a diferença que limite da caixa de itens sobe agora para 800. Além disso, também será possível alterar o visual original do seu avatar.

Outra boa nova: os loadings parecem mesmo estar com os dias contados. Bem, mais ou menos. Caso você resolva esperar por aproximadamente 14 minutos, o jogo instalará uma quantia considerável dentro do memory stick do PSP. Isso vai reduzir muito as telas de carregamento durante o jogo — o problema é que também vai ocupar 580 MB.

Ah, sim, e agora você terá um companheiro felino; um gato, pela falta de uma comparação mais feliz. Embora a criatura já tenha sido vista antes na série, agora ela deve ganhar um papel um tanto mais relevante, atuando como companheiro nas suas campanhas solo.

Você agora poderá mandá-lo para coletar recursos, além de definir a sua personalidade da forma que achar mais conveniente. Um treinamento possível, por exemplo, poderia acostumar o bichano a distrair os monstros, enquanto você empreende um ataque.

Enfim, são mais de 400 missões com monstros que devem dar uma boa dose de trabalho — o trabalho em equipe será, certamente, um ponto chave. Também dúzias de armaduras e armas (boa parte advinda do título anterior) deve estar presente.

Monster Hunter Freedom Unite ainda traz ótimas batalhas via Ad Hoc para até quatro jogadores.

Megaupload.com:
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Europeu:
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Superstar V8 Racing – Jogos XBOX 360 ISO

junho 21, 2009

Plataforma: XBOX 360
Formato: ISO
Console Region: PAL
Firmware: 1.51 or higher
Language: English
Produtora: Black Bean Games
Lançamento: Jun 26, 2009 (EU)
Avaliação: 7.5
Gênero: GT / Street Racing
Hospedado: Megaupload

Quando se abrem discussões em torno da evolução dos jogos de condução a maioria dos produtores escrutina as incertezas do futuro. Que mais se pode acrescentar às iterações do domínio exclusivo das consolas (Forza e GT) ou fora delas como Race Pro ou Race Driver Grid? A recente E3 provou que a meta de desenvolvimento de Forza e Gran Turismo ainda é suficientemente larga e nem o cenário é tão caustico como se pode julgar, mas enquanto que Turn 10 e Polyphony Digital pugnam por aprofundar a experiência, a direcção da Milestone é marginalmente oposta. Espera por conquistar o seu espaço ao sol e ganhar uma margem de progressão à custa de uma nova licença capaz de expandir o próprio domínio. Superstars V8 Championship é o desafio dos grandes bólides de Turismo, carros de elevada tracção que irrompem por circuitos italianos e internacionais.
Seguidores do canal Motors TV não terão dificuldade em reconhecer os pilotos e equipas ali presentes. Embora de origem italiana e sem o mediatismo das grandes voltas como Le Mans, F1 ou WTCC, Superstars V8 tem no campeonato britânico de turismos (BTCC) o mais directo espelho, seguindo na rota das provas mais competitivas e disputadas. Ambos perfilham a atribuição de veículos de estrada super vitaminados, representantes das grandes marcas europeias, tripulados por pilotos novatos e veteranos dos grandes circuitos, sem que, contudo, o peso dos anos lhes tenha retirado o talento e capacidade para andar bastante depressa. Este é o quadro de entusiasmo que os produtores pretendem alcançar na versão final; uma experiência arrebatadora.

Pondo o plano na prática a Milestone vai directa ao assunto e logo a partir das boxes os jogadores poderão seleccionar um veículo entre 19 à escolha. Na demonstração colocada há poucos dias no Xbox Live é possível percorrer vários carros com especificações de turismo e de grandes marcas como o BMW M5, BMW 550, Audi RS4, Jaguar, Alfa Romeu, tudo da temporada passada, como manda a lei, ou seja, tudo oficial, nomes de pilotos na janela, patrocínios; o travo racing. A coisa começa a fiar fino e a Milestone promete que não é por menos. A tracção às quatro rodas dos Audi permite uma saída mais airosa das curvas fechadas. Negociá-las com as duas rodas motrizes dos BMW pode ser mais complexo, mas lá iremos.

Andamentos iguais, algo que abre o entusiasmo pelas competições de turismos.

Tal como sucede com Moto GP e Superbikes, a Milestone simplifica os menus e torna o processo de escolha bem simples e directo com aquilo que há para seleccionar facilmente identificado. Para boa surpresa dos entusiastas das corridas de automóveis a única pista disponível na demonstração é a nossa mais recente coqueluche, situada no Algarve, em Portimão. Com curvas dignas da “velha guarda” a recta da meta é um dos pontos de maior sucesso, precedida de uma curva longa e aberta, passível de ser percorrida a estonteante velocidade. O desenho do circuito é fenomenal e para muitos é uma hipótese de desfrutarem dele em termos virtuais. Sendo um campeonato com sede em Itália contem com sete traçados conhecidos como Mugello e Monza, mas está garantido o périplo mundial à custa de Valência e África do Sul.

Sem dúvida é uma mais valia a presença, em simultâneo, de 19 carros em pista, estando prevista a competição em rede até 12 jogadores. Em termos de modos de jogo para um único jogador as opções não deverão fugir à normalidade. Desde as corridas simples integradas naquilo que se pode apelidar de fim-de-semana de competição, com direito a treinos livres, qualificação e corrida, até à execução da temporada integral. Posto isto sobra uma outra opção chamada Licenças Superstar. Neste caso há uma série de objectivos a concretizar dentro das corridas, como sejam: alcançar uma posição determinada, ultrapassar um rival, etc.

Em pista as primeiras notas revelam um sentido misto. A primeira coisa que vão notar é o mesmo efeito de luz e sombra que encontram em Grid, uma espécie de névoa lateral, que a seu termo facilita a desenvoltura e andamento dos carros, 19 em marcha, sem abrandamentos ou falhas na animação. Do pára-choques a sensação de velocidade é tocante quando se cola no red line no final da recta da meta. O silvo do Turbo cada vez que é chamado nas rotações mais elevadas é de um particular encanto e o roncar dos motores convence, embora pareça demasiado domesticado. Na perspectiva de comando superior nada se perde em termos de sensação de velocidade, mas fica mais claro a ausência de rigor e pormenor na caracterização do circuito. Nem mesmo à chuva os lençóis e jactos de água projectam efeitos de particular admiração.

Quanto ao domínio e controlo dos veículos, naquilo que se pode chamar de física, para já ainda temos algumas dúvidas, nomeadamente saber até que ponto a Milestone pretende reivindicar o realismo. Salvaguardada está uma postura mais arcade à custa de uma série de assistentes de condução. No entanto, quando desligados, a exigência fica aquém das expectativas. Uma travagem tardia pode ser compensada com mais tempo premindo o travão (mesmo que ocorra uma saída de pista é fácil recuperar até ao asfalto) e nem o carro esboça um sentido de descompensação e descontrolo como sucede realmente.

Sem as tréguas de S.Pedro, nada melhor do que uns pneus com sulcos e dosear o acelerador à saída das curvas.

Por outro lado nem a colagem do acelerador à saída das curvas deixa a traseira mais irreverente e indomável, pese embora o desgaste dos pneus. Os contactos a grande velocidade com outros veículos não são acompanhados de grande perda de peças ou destruição e perda pela pista das mesmas. Como apontamento mais positivo a postura dos colegas controlados pelo computador. Eles seguem sempre no encalço e basta que se atrasem a negociar uma curva que eles não perdem a possibilidade de chegar à frente, mas se forem demasiado cautelosos e não arriscarem, vão sentir ligeiros embates que em circunstâncias extremas poderão ditar uma saída de pista. Para os traiçoeiros a loucura abranda à custa de um sistema de penalizações.

Posto isto, é como se o copo estivesse meio cheio. A admiração e o interesse pela modalidade dos grandes carros de turismo está toda lá. Apesar de não serem modelos esculpidos ao gosto de Kazunori Yamauchi, a preocupação dos produtores é outra, sendo antes visível o empenho em recuperar e dar um novo alento às corridas onde cada posição ocupada se discute com raça e determinação. O preço de amigo do jogo pode capitalizar a favor de uma escolha, mas com outras possibilidades na mesa como Race Pro, Grid, Forza 2, Gran Turismo Prologue e o vindouro Need For Speed: Shift, veremos que espaço e margem de progressão sobra para os potentes V8.


Berserk – Animes Download

junho 20, 2009

Título: Berserk
Categoria: TV
Total de Episódios: 25
Gênero: Terror, Fantasia, Violência
Ano de Lançamento: 1997
Diretor: Naohito Takahashi
Estúdio: OLM, VAP
Áudio/Legenda: Japonês/Português
Fansub: Agaman
Qualidade: TV-RIP

Sinopse:
Poucas vezes as palavras iniciais de um anime refletiram sua idéia central com tamanha exatidão – “Neste mundo, o destino do homem é controlado por alguma lei ou entidade transcendental. Ao menos o homem sabe que não tem controle sobre sua própria vontade”. Ao assistir a Berserk, guarde sempre estas palavras na mente… no final, elas farão sentido de uma maneira brutal e inesquecível.

Berserk é um anime incrível, produzido nos anos de 1997 e 1998. Baseado no mangá homônimo, Berserk conta a história de Gatts, um lutador de força incomum que, com sua gigantesca espada, parece não ter adversários capazes de pará-lo. O destino faz com que Gatts cruze o caminho de Griffith, o carismático líder do Bando do Falcão, um grupo de mercenários com fama de invencíveis. Entre os membros do grupo, encontram-se a bela tenente Caska, o gigante de bom coração Pippin, o invejoso Corkus, o calmo e simpático Judeau e o garoto bom de briga Rickert. Após alguma relutância, Gatts acaba juntando-se a Griffith e sua turma. Em meio à guerra que se desenrola entre os reinos de Midland e Chuda, o Bando do Falcão luta para sair da clandestinidade e tenta ganhar respeito entre a nobreza de Midland.


Wild Arms Alter Code F – Jogos PS2 ISO

junho 20, 2009


Plataforma
: PlayStation 2
Idioma: Inglês
Região: NTSC-U
Midia: DVD
Formato: DVD Full
Gênero: RPG
Produtora: Agetec Inc.
Avaliação: 8.5
Lançamento: : Nov 15, 2005
Hospedado: Megaupload

Prévia:
“Wild Arms: Alter code: F” é um remake da versão original da série, lançada sete anos atrás para PSOne. Porém, com gráficos totalmente renovados, novos personagens e enredo expandido.

O jogo, para quem não conhece, é daqueles RPGs bem tradicionais, com muitos personagens, quebra-cabeças desafiadores e um inovador sistema de batalhas. “Wild Arms” é ambientado em Filgaia, um planeta que sofre com as duras condições climáticas e bestas, estas combatidas pelos Guardiões Antigos, três bravos guerreiros que surgiram com a missão de salvar o mundo de sua profetizada destruição.

No título, os jogadores assumem os papéis de Rudy, misteriosa criança que exerce influência sobre a força maligna batizada “ARM”; Jack, espadachim que viaja em busca de um tesouro perdido; e Cecilia, princesa com o dom da mediunidade para se comunicar com os Guardiões.

O objetivo é guiar os personagens na missão de salvar Filgaia e restabelecer sua ordem, enquanto cada um busca seus anseios próprios, numa jornada verdadeiramente épica. “Alter code: F” apresenta três novos personagens jogáveis: Emma, Jane e McDullen. Quem jogou o original, certamente se lembrará de Emma, uma brilhante cientista que pesquisa ARMS, e cuja experiência com armas de fogo foi de suma importância para os protagonistas. Outro que também será reconhecido é Jane Maxwell, assim como McDullen.

O sistema de batalhas terá seqüências de fogo cruzado idênticas às vistas em “Wild Arms 3”, bem como visual mais vibrante e texturizado, num mundo totalmente em 3D, totalizando quase 60 horas de jogatina.

Enfim, os gráficos redesenhados, as missões inéditas e a possibilidade de controlar um grupo com seis personagens, são, por si só, garantia de que o remake agradará antigos fãs, além de conquistar novos admiradores. Até mesmo os “loading times” serão mais curtos.

Fonte: JogosUol